Madeireiras são autuadas pela Polícia Ambiental durante operação

Pirassununga, 11 de agosto de 2017 – A Polícia Ambiental de Pirassununga realizou nesta quinta-feira (10) a “Operação Madeireira” pela área da 7ª Companhia de Policiamento Ambiental. Alguns estabelecimentos da cidade e da região foram vistoriados e o resultado final foi apreensão de material e autuações e notificações em dois locais, um em Pirassununga e outro em Santa Cruz das Palmeiras.

De acordo com a polícia, uma madeireira de Pirassununga foi vistoriada sendo constatada a venda de madeira nativa sem emissão de Documento de Origem Florestal – DOF (55,25 m³) e armazenamento de madeira nativa sem origem legal (31 m³). Diante dos fatos foi aplicada multa simples no valor de R$ 9.312,72 pelo armazenamento de madeira sem origem legal, além da apreensão administrativa de todo material, o qual encontra-se depositado no pátio madeireiro até posterior destinação por parte da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e multa de  R$ 16.575,18 por vender sem DOF.

Ainda segundo a Polícia Ambiental, nesta ocorrência o proprietário alegava ter em depósito certa quantidade de madeira a qual não estava com DOF, porém o mesmo tinha sua nota fiscal, alegando que na época de sua compra (em 2005) o sistema ainda não existia sendo portanto a madeira legal. Entretanto, segundo os policiais, o autor não se atentou para uma Instrução Normativa do IBAMA nº 112/06 onde foi estipulado o prazo para que tais madeiras fossem inseridas no sistema, fazendo com que essa quantidade de madeira se tornasse irregular.

Em Santa Cruz das Palmeiras foi constatada irregularidade em outra madeireira. Segundo a polícia, o estabelecimento tinha em depósito aproximadamente 720 m³ de material completamente desorganizados impedindo que fosse visualizado o comprimento das peças de madeira, além de haver cortes e larguras misturadas nas mesmas pilhas. Tal fato impossibilitou a fiscalização nesta data, sendo então notificado o proprietário para que no prazo de 15 dias realize a organização do pátio madeireiro, de modo que possibilite a fiscalização da Polícia Militar Ambiental. Neste período o pátio madeireiro permanecerá bloqueado preventivamente.

Trabalharam na operação o 1º Tenente Eufrasio, 3º Sargento Abel, Cabos Paskoski, Silvério, Ramiro, Everaldo, De Melo, Paiva, Godoy, Dante e Rodrigo e Soldados Menezes e Mafra, sob comando do Tenente Ivo Moraes.

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